O proprietário de uma autopeças localizada às margens da BR-153, na Vila Morais, próximo ao viaduto da Avenida Anhanguera, em Goiânia, foi morto a tiros por um cliente de 22 anos, na tarde desta quarta-feira, 25/02/2026.
De acordo com a denúncia apresentada pela promotora de Justiça Ayla Quintella Antunes, o crime ocorreu no dia 28 de dezembro de 2025. Segundo o Ministério Público, o denunciado matou a companheira em via pública, por razões da condição de sexo feminino, no contexto de violência doméstica e familiar. O homicídio foi praticado na presença do pai da vítima e mediante recurso que dificultou a defesa da mulher.
Conforme apurado, o casal mantinha relacionamento havia cerca de seis meses, morava junto e possuía histórico de discussões e ameaças atribuídas ao denunciado. No dia dos fatos, após uma discussão motivada por danos em um veículo de propriedade da vítima, ela manifestou a intenção de encerrar o relacionamento e pediu que o companheiro deixasse a residência.
Segundo a acusação, inconformado com o término, o homem teria dirigido um caminhão contra a vítima, que estava em via pública, atropelando-a e prensando-a contra o solo. As lesões descritas no Laudo de Exame Cadavérico foram apontadas como causa da morte. A vítima era mãe de três filhas menores de idade.
O Ministério Público sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe, em razão da não aceitação do fim do relacionamento, e com emprego de meio cruel, diante da utilização de veículo de grande porte para a prática do homicídio.
A denúncia enquadra a conduta no artigo 121-A, parágrafo 2º, incisos I, III e V, do Código Penal, além das circunstâncias agravantes previstas no artigo 61, inciso II, alíneas “a” (motivo torpe) e “d” (meio cruel).
O MPGO pediu ainda a fixação de valor mínimo para reparação dos danos morais à família da vítima, em quantia não inferior a R$ 200 mil, especialmente em razão do impacto causado às três filhas menores. Também foi solicitado o pagamento das custas processuais pelo denunciado.
Prisão preventiva mantida
Na denúncia, o Ministério Público destacou a impossibilidade de celebração de Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), considerando que o crime imputado é feminicídio, com pena prevista de 12 a 30 anos de reclusão, além de ter sido praticado com violência extrema e no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Segundo o MPGO, a materialidade e os indícios de autoria estão comprovados por laudos periciais e depoimentos de testemunhas. O órgão ministerial argumenta que a gravidade do fato, o modo de execução e a fuga do denunciado logo após o crime demonstram risco à ordem pública e à aplicação da lei penal, tornando inadequadas medidas cautelares diversas da prisão.
O caso segue à disposição da Justiça.
Fonte:Reprodução/Zap Catalão Notícias.
Ninguém teria se ferido e nenhum dano teria sido contabilizado.
Veja vídeo abaixo:
A rodovia ficou interditada até a retirada do veículo de carga, outros condutores em veículos menores utilizaram parte do acostamento e trecho fora das pistas para passarem pela interdição.
Sobretudo, no período da chuva, a atenção deverá ser redobrada ao trafegar pelas rodovias da região, onde constantemente, tem sido presenciado dezenas de desrespeitos a preferencial dos condutores, como ultrapassagens perigosas e sem respeitar a faixa de condução dos demais veículos.
Ao chegar no local, a equipe policial conversou com uma vizinha, que relatou que o morador mantinha dois cães em situação de abandono, sem alimentação adequada. Um dos animais estava extremamente magro, doente e com grande infestação de carrapatos. O outro foi encontrado morto na área frontal da residência, exalando forte odor.
A equipe constatou que o autor havia arrastado o animal morto para os fundos da casa. O que mais chamou a atenção na ocorrência foi o fato de o outro cão estar se alimentando das vísceras do animal morto.
Os policiais solicitaram autorização para entrar na residência e verificar a situação; contudo, o morador negou a entrada e apresentou comportamento alterado.
Diante da denúncia e da situação de flagrante constatada — considerando ainda que o portão estava apenas encostado —, a equipe entrou no imóvel. Como o animal foi encontrado se alimentando de partes do corpo do cão morto, caracterizando flagrante delito, foi realizada a detenção do autor, que foi conduzido à Central de Flagrantes.
Durante a condução, o idoso resistiu à prisão, sendo necessário o uso moderado da força. Ele foi algemado e contido pela equipe.
Fonte:Reprodução de informações de Rota Policial Anápolis.
Casado com Ana, pai de Andrea e Juliano, avô de Gustavo, Isadora, Heloísa e Alice.
Beto foi um dos pioneiros na prestação de serviço de Táxi em Silvânia.
Seu corpo está sendo velado na Funerária Pax Primavera, em Silvânia.
Sepultamento marcado para às 16 horas, desta quarta-feira, 25.
À família enlutada nossas condolências.
Após ser abordado, o condutor foi submetido ao teste etilômetro, que constatou teor alcoólico superior ao limite permitido por Lei.
Diante dos fatos o autor foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil de Silvânia, apresentado a autoridade policial judiciária onde foi lavrado Auto de Prisão em Flagrante pelo crime de embriaguez ao volante.
A motocicleta foi apreendida e recolhida no Pátio da 47ª CIPM de Silvânia.
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